quinta-feira, 26 de junho de 2008

O pior motorista do mundo


Não queria escrever este post, pois estou fugindo dos cobradores, dos credores, das financiadoras, etc. Não tive outra saída a não ser a falência.
E, também, porque eu não estou no Brasil há duas décadas. Logo, posso estar escrevendo sobre algo que chegou superfaturado ao meu conhecimento.
Tenho ouvido e lido muitas reclamações, por parte dos meus irmãos motociclistas, que o trânsito e a educação dos motoristas no BR (Brasil) está insuportável.
Quem mais sofre com isso são os motociclistas de bem, que tem família para cuidar, respeita as leis de trânsito, paga os impostos em dia,....
É bem verdade que os motoristas, de 4 rodas ou mais, não gostam dos motoboys, por eles saírem costurando o trânsito, fazendo malabarismo entre os carros, danificando uns e outros, etc. Mas, isso não justifica o ódio estendido à toda classe motociclista.
Há, também, alguns jovens que gostam de "aparecer", fazendo acrobacias em plena avenida. Esses não devem ser considerados motociclistas, muito menos aptos a conduzir qualquer veículo automotor.
Mas, vamos nos atentar aos motoristas (de carros, busão e caminhões)
.Até a década de 80 (1980~), ainda era possível encontrar bons motoristas no BR. Mas, com o passar do tempo, o trânsito foi ficando mais selvagem, e os motoristas também.Isso se deve ao declínio da educação, tanto intelectual como moral, como dizem algumas pessoas.
O que era deixado de aprender (ou ser ensinado) nas escolas, era "comprado" e "vendido" nas ruas. As auto-escolas vendiam, junto com os examinadores, "uma ajudazinha" nos exames práticos. Os pretendentes à habilitação, na sua grande maioria, sempre procurou passar pelo método do mais fácil e "seguro". A máfia da habilitação é uma realidade no BR, só as autoridades é que não veêm.
Aliás, tudo no BR passou a ser feito sob as "vendas de favores". Quem pode pagar não precisa suar. O oportunismo virou uma marca registrada do povo brasileiro. Passar a perna no próximo para beneficiar a si mesmo é o que há.
O respeito ao semelhante é relíquia do passado, assim como o respeito às leis. Só há uma lei que o brasileiro respeita e cumpre: a lei de Gerson. Veja no Youtube como iniciou essa lei:





Hoje é difícil de tirar esse mandamento da mente do brasileiro. Digo mandamento, pois está acima dos 10 Mandamentos bíblico de Deus. Ou seja: o primeiro mandamento virou "levar vantagem em tudo", os relacionados ao furto e falso testemunho foram removidos.
Mas, voltando ao trânsito do BR que mata mais que uma guerra, quero apontar outras questões que "ajudaram" a chegar ao ponto em que se encontra hoje.
É sabido que o brasileiro gosta de automobilismo, principalmente de F1, e, que o BR teve grandes pilotos nessa categoria: Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Airton Senna.Todos venerados e idolatrados de norte à sul, de leste ao oeste do país.
Essa paixão pelo automobilismo e pelo seus ídolos, causou uma mistura explosiva e perigosa ao se juntar à tradição brasileira do culto à lei de Gerson.
Era, e é comum ver motorista tentando imitar esses pilotos. Abusam da velocidade nas ruas e rodovias, abusam da "arrancada" nos semáforos, fazem ultrapassagens arriscadas e proibidas em vias públicas. Cada um tentando ser melhor que o compatriota.
Uma coisa é ser PILOTO de F1 e estar num AUTÓDROMO e numa "MÁQUINA" desenvolvida para suportar acelerações e frenagens extremas; outra é ser motorista de habilitação comprada numa RUA de paralepípedos, num fusca sem manutenção e ruim de freios.
Eu trabalhei, aqui no Japão, com um brasileiro. De vez em quando pegava carona para o serviço (50Km de distância), com ele. Quando aparecia um carro mais lento na pista, ele logo tratava de ultrapassar. E sempre repetia a mesma ladaínha: "O BR tem o Airton Senna, o Japão só tem o Nakajima."
Pois é, o Japão AINDA TEM o Nakajima, o BR nem o Senna não tem mais.
Neste começo de século, surgiu uma nova doença psíquica: o complexo de fugir do complexo de Rubinho. Em outras palavras: sai da frente que eu não sou o Rubinho Barrichello.
O trânsito, por si só, tende a ter o seu grau de violência, com os acidentes que se tornaram uma rotina. Mas, há uma violência que vem aumentando assustadoramente no trânsito, em todas as cidades brasileiras.
É a violência pós acidente, em que os envolvidos num acidente banal de trânsito (pode ser uma batida) tentam resolver na base do braço, soco, pontapés, balas,... de quem é a culpa. Quem estiver em maior número, ou armado, leva vantagem. Eu chamo isso de síndrome ou complexo de Piquet.
Por que complexo de Piquet? Se vocês acompanharam a carreira do piloto de F1 Nelson Piquet, sabem do que estou falando. Quando ele pilotava pela Brabham, sofreu uma acidente com o piloto chileno(?) Eliseo Salazar. Logo que os carros pararam, Piquet saiu aos murros para cima de Salazar. Veja vídeo:





A minha conclusão para esta postagem é que, mesmo o sistema educacional brasileiro sendo falho e ineficiente, não deve ser ligado diretamente ao caos a que chegou o trânsito.
A culpa principal é do próprio cidadão que se esforça somente para se beneficiar. Não importa comprar uma habilitação. Não importa passar os outros para trás.
Todo cidadão brasileiro sabe que mesmo ele sendo culpado, a lei sempre vai estar do lado dele, não do Estado.
Veja que se um motorista matar um pedestre num acidente, ele não vai preso imediatamente, responde ao processo penal em liberdade e não perde a habilitação. Que eu saiba, esse sistema só ocorre nos países subdesenvolvidos.
Aqui no Japão, matou vai preso na hora e responde todo o processo encarcerado, só sendo libertado caso haja provas legítimas de inocência. Mas, sendo um acidente carro x pedestre, o réu só seria inocente se fosse o pedestre que tivesse atropelado um carro, matando o motorista, pois o motorista sempre está em VANTAGEM e o carro seria sua ARMA no trânsito, logo, mesmo inocentado, o motorista teria uma pena de alguns anos (não a máxima) e sua habilitação cassada. Alguns outros países DESENVOLVIDOS tem um sistema parecido com o daqui.
Por isso, só vejo uma solução para acabar com a selvageria do BR: mudar essa lei que permite qualquer réu responder em liberdade, aplicar multas pesadíssimas, cassar a habilitação e carceragem de 1 a 3 anos para os motoristas julgados inocentes, em caso de acidentes com mortes, e carceragem com mais de 15 anos para os culpados. Feito isso, investir pesado em educação no trânsito, na fiscalização de auto-escolas, na propaganda sobre conscientização de segurança no trânsito e na valorização da vida humana.
Num acidente, 90% da culpa é do motorista, outros 10% divide-se entre a pista e condições climáticas. Por que se chegou a essa conclusão? Porque se um motorista IRRESPONSÁVEL passar por uma estrada mal conservada num dia de chuva, a probabilidade de acontecer um acidente com ele é 5 vezes maior do que com um motorista RESPONSÁVEL na MESMA situação.
Ainda continuarei este post .

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Aquecimento global

O aquecimento global é um fato?
Não. Nunca passei tanto frio nesses últimos tempos.
A Terra tem um ciclo glacial de 10 em 10 mil anos.
Acabamos de sair de um há algumas centenas de anos.
Logo, daqui uns 8 mil anos entraremos numa nova era glacial.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Há males que vem para piorar.

Tem gente que diz que "há males que vem para o bem".
Sinto pena desses coitados.
Todo mal vem para piorar a vida do sujeito e, ainda, ele ri da situação.
Eu abomino esses males. Sempre tomo na cabeça com eles.
Para mim, o melhor ditado seria esse: "Há bens ($$$) que vem para o bem.".

sábado, 3 de maio de 2008

Ídolos? Que ídolos?

A maioria das pessoas tem um ou mais ídolos para adorar.
As moçoilas escolhem os atores de telenovela ou cinema, atletas, modelos,...; os mancebos escolhem as atrizes, os jogadores de futebol, pilotos,....
E há até que escolhe os políticos como ídolo.
Eu não tenho nenhum. Não adoro ninguém e não elevo ninguém à um degrau mais alto do que o meu. Não tenho ídolos, pois já sou um.
Mas tenho respeito por certas pessoas como o Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, .... todas as pessoas que combatem os esquerdopatas e seus subprodutos.
Bom, enquanto vocês se mordem de raiva (por inveja), deixe-me brilhar neste canto só meu.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Orkut

Até esses dias, eu tinha uma conta no Orkut, na verdade duas.
Passei minhas comunidades, que eu criei, para outra pessoa e cancelei minhas contas.
Estava perdendo muito tempo com inutilidades.
Não tinha muito o que ensinar, principalmente de graça. Sou capitalista, quer que eu ensine, pague.
O que eu aprendi ou irei aprender, levarei comigo na morte, não deixarei pra ninguém.

E vocês acreditaram, né?

Como tem gente que acredita em tudo neste mundo velho.
Acredita em qualquer palavra escrita nesta internet de ninguém.
Não sabe distinguir uma ofensa verdadeira de um pensamento ideológico; uma brincadeira de um fato real.
Eu fico pensando que a era Lula é uma era de obscurantismo intelectual e moral. O analfabetismo dentro das escolas, para não dizer semi-alfabetismo, aumentou largamente. Não se ensina a pensar e a raciocinar por si mesmo, mas a acreditar nas doutrinas trotskymarxleninstalinistas, ou no anti-americanismo capitalista.
Mas uma coisa é certa: quando o assunto é dinheiro, ninguém pode botar a mão no que é seu, e, se bobear, surrupia o do próximo, no estilo mais selvagem do capitalismo ou do criminalismo, mesmo.
Gente de cabeça dura não entendeu o artigo anterior.
Sinto muito em não poder martelar mais do que isso, pois tenho pena do martelo.

domingo, 28 de outubro de 2007

O que é um brasileiro?

Vou esculachar, mesmo.
Brasileiro é um indivíduo sem cultura, sem moral, sem valores e sem caráter.
Sem cultura sim, pois importou (roubou, incorporou) e mesclou as culturas europérias, estadosunidense e africanas numa gororoba indigesta e asquerosa. A cultura indígina é uma sub-cultura.
Sem moral sim, pois não consegue eleger um único politico honesto e não faz nada sem que haja algum benefício à sua própria pessoa.
Sem valores sim, pois segue à risca a "lei de Gérson", torna-se cúmplice de traficantes e bandidos por consumir drogas e esconder pessoas procuradas pela polícia e pela lei, apenas, porque é amigo ou conhecido.
Sem caráter sim, pois não é dígno de ser tratado como civilizado (os Estados Unidos que o diga).
Todos se encaixam nesse perfil? A maioria sim, apena uma minoria que está fora deste padrão.
A minoria honesta e trabalhadora, veladora dos bons costumes e guardadora dos valores que fazem o caráter do cidadão de bem.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Errar ou ser humano?

Quem nunca errou, que jogue a primeira pedra.
Tá, bom. Toma bando de vagabas!
Eu nunca errei, porque "nunca" não existe. Ficou claro?
Mas, se a questão fosse: quem, na vida, não errou uma única vez....
Bem, aí, guardaria minha pedra para acertar outros polvos e lulas.
O que eu quero dizer, é que o erro deve ser evitado.
Devemos abominar o erro, não justificá-lo com desculpas meia-boca que o tornam um ídolo para ser adorado de joelhos.
É certo que, mesmo com o maior cuidado, sempre cometemos erros. Alguns pequenos, outros nem tanto.
Aí jogamos outra jsutificativa: errar é humano. Nossa! É uma pérola com base de polipropileno.
Tá bom. Somos todos humanos, mas, justificar que um erro nos torna "mais" humanos, não cola.
Por que "mais"? Porque se não erramos, ninguém nos vê como tal, ou não pensa que somos o tal. Não é porque erramos que somos humanos. É porque somos humanos que estamos sujeitos à cometermos erros.
Persisitir em continuar no erro, ou cometendo, não nos torna "muito mais" humanos, mas em idiotas ignorantes.
Então, quem não errou não é humano, certo? Bom, perguntem para Jesus.
O verdadeiro caráter do ser humano está na capacidade de corrigir erros.
Por isso eu digo que, corrigir erros, é ser humano.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Um feito para o outro

Um presidente ignorante para um povo ignorante.
Se merecem!

Seria mera coincidência?

Não sei não, mas estou achando que o atual movimento de esquerda, leia-se comunismo, está rumando para o mesmo saco das ditaduras militares.
Falam em re-estatização, moralismo (para o povo, não para quem tá no poder), jogam nos livros escolares as doutrinas do partido, censura na imprensa, manipulação de dados, manipulação da Constituição, etc.
O comunismo, depois da derrocada da União Soviética, deve ter perdido as estribeiras. Com a falta de um líder, cada um está buscando o seu póprio ditador de terno e gravata, ou só de camisa , calças e cuecas abarrotadas de dólares.
E, mais uma vez, a classe média toma na cabeça. Os pobres não tem o que perder, pois o que vier é lucro. Os ricos pagam subornos e tornam-se cada vez mais ricos.
E a classe média? Não pode pagar suborno, e o que tem para perder é algo que levou uma vida inteira de trabalho honesto para conseguir.
Com a ditadura militar você tem uma certeza: está numa ditadura.
Mas no esquerdismo barato da atualidade, você não tem certeza se está numa ditadura ou numa ditamole, tamanha é a máscara que encobre os defeitos e ambições dele.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Passe do trabalhador

Vocês sabem que os bons jogadores de futebol, pilotos de corridas automobilísticas, etc, sempre são disputados pelas grandes equipes. Além das grandes ofertas em dinheiro, elas se oferecem para pagar multas de rescisão de contrato.
Oxalá, fosse assim, também, com o bom trabalhador. Sabemos que na área de gerência das empresas isso acontece esporádicamente. Mas, e nas partes de base?
Espero que um dia todo bom trabalhador seja reconhecido e disputado a preço de ouro, como os esportistas.
Seria muito bom se houvesse essa disputa, entre as empresas, pelo passe do trabalhador. Além de aumentar o salário, dava o devido reconhecimento pelo serviço executado.
Imagine um torneiro mecânico sendo disputado por 3 fábricas.
Como nas grandes empressa existem os "head hunters" que procuram por diretores, gerentes, chefes... que se destacam no mundo corporativo, um dia haverá o "worker hunter", que se encarregará de buscar os melhores trabalhadores do mercado, para encaixar nas ambições das empresas.
Por isso, se você, ainda, é jovem, valorize o seu trabalho. Especialize-se na sua profissão. Um dia o seu passe poderá ter um valor muito alto no mercado de mão-de-obra.
Lembre-se de que isso só será possível num mundo capitalista.

Salário justo

Não sei como vocês negociaram o valor dos seus salários, mas o meu foi no padrão de sempre: a empresa dá um valor mínimo, que é o máximo dela, e você aceita ou não.
Desde que entrei no mercado de trabalho, sempre foi assim. E, será por muito tempo.
Eu acho esse sistema meio injusto para quem já tem bastante experiência e técnica no serviço que está procurando. Para mim isso se aplicaria, somente, aos aprendizes e novatos.
Uma hora, se virar empresário, dono de alguma empresa, colocarei em prática o que penso sobre os trabalhadores qualificados.
Primeiro, penso que quem tem experiência deve ter toda a liberdade de escolher o valor do seu salário. Se for compatível com o que a empresa pagaria para um mesmo empregado com o mesmo tempo de serviço dentro dela, esse valor poderia entrar como definitivo.
Mas, se o candidato pedir mais alto, muito além do que se paga até nas melhores empresas, proporia um período de experiência de 3 meses com esse salário.
Em 3 meses ele terá que mostrar que vale o que ganha. Se aprovado, contrato prorrogado, mas com termos de que não haveria aumento salarial até que o valor se corrompesse pela inflação, ou pelo aumento de custo de vida, a partir de valor X.
Se reprovado, rediscutiria um novo contrato, com salário dentro da média entre as fábricas, com aumento por produtividade e promoção pessoal.
Bem, enquanto não viro um empresário, tenho que defender o meu salário, que é bem abaixo da média entre as empresas, e muito baixo pelo serviço e responsabilidade atribuída à mim.

sábado, 6 de outubro de 2007

Sou de direita

Politicamente, sou de direita.
Não gosto de nada relacionado ao comunismo, ptismo ou qualquer coisa dessa laia.

Meios termos

Não dou o braço à torcer para os ecologistas e eco-não-sei-o-que-mais.
Há várias acões que podem ser feitas para melhorar o nosso bem estar e ajudar, ainda mais, o meio-ambiente, sem , no entanto, passar pela cabeça desses miolos-moles.
Um exemplo de uma ação simples e eficaz, capaz de reduzir o consumo de energia elétrica em mais de 5%, o que significaria menos carvão e petróleo queimado, resultando em menos CO2 jogado na atmosfera: combater a poluição luminosa.
Sabemos que a iluminação noturna é, na grande maioria das vezes, feita sem critérios técnicos, apenas estéticos. Luminárias do tipo globo de vidro dispersam mais da metade da luz para o céu e dão a falsa impressão de que são mais luminosas.
Prédios e placas iluminadas de baixo pra cima por holofotes deveriam ser banidos. Gasta-se muito energia, apenas para uma "decoração". Poderia ilumirar com neons ou LEDs, que gastam menos eletricidade.
E o prato cheio para os ecologistas na questão da poluição luminosa, está o fato de que o excedente de luz jogada para o céu interfere negativamente na fauna e flora dos grandes centros urbanos. Modificando os hábitos noturnos dos animais, aves e plantas das cidades.
E, outra: a poluição luminosa roubou o céu estrelado dos grandes centros urbanos. Roubaram as minhas estrelas, a minha Via-Láctea, as minhas constelações. Não somente minha, como das muitas gerações futuras que nunca saberão o que é a Plêiades, as Nuvens de Magalhães, as três Marias,....
Mas, como vemos no televisor: eles preferem se promover com atos fanfarrônicos, se metendo na frente de navios pesqueiros, protestar durante a reunião do G-7, etc... Tudo que dá ibope e aparece na telinha. Assim, está garantido a arrecadação de doações para a organização.
Engraçado que todo eco-não-sei-o-que-mais está envolvido em falar para proteger o planeta, não usar poluentes, salvar os animais e plantas, bla-bla-bla-bla..... Mas, tá lá no bem bom da sua casa de concreto, vendo tv, comendo e bebendo produtos industrializados, usando carro movido à combustível fóssil, ar-condicionado no escritório, luz elétrica, matando baratas, cortando ervas daninhas, etc.
Por isso não gosto muito desse tipo de pessoa, ou melhor, mais da atividade do que do ser humano. Pois tenho amigos que são ecochatos, mas, na minha presença, nem tocam no assunto.
Eu, apesar de não ser eco-não-sei-o-que-mais, cuido bem do planeta Terra. Trabalho na construção e manutenção de usinas de reciclagem de lixo-não-queimável. E, ainda, separo cuidadosamente o meu lixo doméstico, antes de mandá-lo para a coleta.
Por isso que eu digo que todo eco-não-sei-o-que-mais é "meio termo". Prega o fim do mundo mas não larga do seu bem estar.
Se você é um deles e não gostou do que escrevi, então, tá fazendo o que aí na frente do computador, seu meio-termo? Em vez de me criticar, vá lá trabalhar para salvar nosso planeta.
Como viver sem dinheiro?
Toda ONG é o lado capitalista dos esquerdistas.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A voz do povo é a voz do caos.

A voz do povo é a voz do caos, da desordem, da confusão...
Deus fala pela boca dos profretas, nunca pela da multidão.
Deus queria que Cristo fosse crucificado? A multidão sim.
Então tá. Chegou a hora de cada um pensar por si mesmo e deixar de ser Maria-vai-com-as-outras.
É melhor ser você mesmo do que seguir modismos.
Eu sou eu. Se você é o "povo", e, não você mesmo, sinto muito pela sua falta de personalidade.
Mas, que fique bem claro que, individualidade é só dentro de casa, do seu "mundo", fora dela temos que pensar socialmente, e com razão.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Eu odeio:

Tem certas coisas neste mundo que não contribuem para melhorar e nem piorar a vida do ser humano.
Principalmente os nossos gostos pessoais.
Eu prefiro dizer o que eu odeio, do que dizer sobre o que eu gosto.
Então lá vai:
Eu odeio:
Motos e carros da honda.
Produtos da sony.
windows.
Cigarro.
Bebidas alcóolicas.
Cheiro de perfume e desodorante.
Café.
Calor.
Praia.
Novelas.
Mulheres feias e gordas.
Gente sem educação.
Vendedores.
Ecochatos.
O politicamente-correto, que é a forma "humanizada" que a esquerda (partidária) dói-dói inventou para acabar com a cultura de um país.
Todos os partidos de esquerda.
Bossa nova, rap, hip-hop, pagode, ....
Etc, etc, etc....
E odeio principalmente as pessoas que não admitem a sua raça. Eu sou japonês, e tenho orgulho de ser "amarelo". Vc tem orgulho de ser branco? Cafuzo? Vermelho? Preto?
E, para finalizar, eu odeio quem é contrário às minhas idéias, expressões e ordens.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Quem sou eu?

Basicamente sou uma pessoa que vivenciou uma parte da ditadura militar brasileira, passou por diversos planos de estabilização financeira, e que deu um basta vindo pro Japão.
Sou conhecido como Crazyoftheherb, ou Maluco da Erva.
Isso não quer dizer que sou ou fui usuário de maconha ou drogas proibidas. Nem que eu faça apologia ao uso das drogas, muito pelo contrário. Sou contra o uso de qualquer droga, seja ela química, alimentar, mecânica, eletrônica, pessoal, etc.
O termo é uma alusão ao tempo em que fui vegetariano convicto. Somente comia produtos e subprodutos vegetais.
Aliando ao fato de gostar de verduras e tempêros à base de ervas e, por diversas vezes ser chamado de "alfacinha", achei melhor esse nick do que dizer crazyofthelettuce ( maluco da alface).
O que escreverei aqui é o meu ponto de vista, um pouco de tudo o que acontece no mundo. Farei apenas críticas, das mais cabeludas, às menos peludas.
Quem não gostar do que escreverei aqui, não precisa voltar mais. Se gostou, indique para vários conhecidos, mande links, etc.
Apenas aviso que usarei os têrmos que eu conheço, mesmo que tenha conotação racista ou sexista, pois não tenho vocação para ser um "politicamente correto". Não sou racista e nem sexista, apenas odeio ter que re-inventar ou usar as palavras dos pc (politicamente corretos).